Uma sequência prática e orientada a dados para marcas de beleza que planejam entrar no Brasil — muito além de traduzir o site e contratar um distribuidor.
O Brasil está consistentemente entre os quatro ou cinco maiores mercados de beleza e cuidados pessoais do mundo, com e-commerce em rápido crescimento e um consumidor que gasta proporcionalmente mais em cuidados capilares, skincare e maquiagem do que em outros mercados emergentes. Para qualquer marca com ambições internacionais, é um mercado que cedo ou tarde precisa ser levado a sério.
Também é um mercado onde o playbook de exportação padrão — traduzir o site, fechar com um distribuidor, rodar a mesma criatividade de mídia paga que funcionou em outro país — costuma performar abaixo do esperado. O Brasil não é uma versão menor e mais barata dos EUA ou da Europa Ocidental. Tem seu próprio sistema regulatório, sua própria estrutura de varejo, um consumidor extremamente diverso em tons de pele, texturas de cabelo e renda, e uma cultura digital em que a confiança se constrói por meio de creators e comunidade — não só de anúncios de performance.
Marcas que tratam o Brasil como um item secundário num plano maior de expansão para a América Latina costumam descobrir da forma mais cara que
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